quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Festa VIP

Jornalistas do Diário da Região entram o Ano-Novo em festa privê. Eles alugaram uma chácara em Catanduva, onde se reúnem na sexta-feira, para comemorar a virada.

Veja essa

Enquanto uns e outros, que comprovadamente são fichas-sujas, assumem mandatos, o ex-prefeito de Guzolândia, Adão da Silva Rodrigues, processado por adquirir combustível para os veículos da prefeitura sem licitação, não conseguiu reverter a condenação por improbidade administrativa. Em decisão unânime, os desembargadores da 2ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, negaram a apelação do ex-prefeito. De acordo com o próprio TJ, apesar de não ter ocorrido enriquecimento ilícito nem prejuízo aos cofres públicos, uma vez que o município não comprou combustível em valor acima do mercado, os desembargadores Lineu Peinado, relator do caso, Vera Angrisani e José Luiz Germano entenderam que Rodrigues deixou de cumprir as formalidades necessárias para a aquisição do produto.

Restitui

Para quem não sabe, improbidade administrativa é mau uso do dinheiro público. No caso do ex-prefeito de Guzolândia, a pena é o pagamento de multa equivalente a duas vezes o valor da última remuneração dele, que esteve no comando da cidade de 2000 a 2004. Na época, o salário do chefe do Executivo era de pouco mais de R$ 4.600. E viva la diferénce.

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